E não deu porque em raros momentos o camisa 10 demonstrou interesse em fazer do seu novo clube uma prioridade total em sua vida. E para ser ídolo de verdade de uma agremiação como o Flamengo, o camarada tem que se esforçar muito. Alguns enganam por algum tempo, acabam indo embora.
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Outros mal enganam e quando dizem adeus, geram euforia entre os que antes vibravam com sua chegada. Ronaldinho Gaúcho se vai, mas os maiores vilões seguem no Flamengo. Sim, os que colocam o clube novamente envolvido em briga judicial com um ex-atleta. Algo que, geralmente, é uma bomba-relógio armada e que pode explodir na mão de quem assumir o problema no futuro.
Lembrando a apresentação do jogador na Gávea, no começo do ano passado, fico aqui pensando: Ronaldinho deixa o Flamengo. O que teriam a dizer personagens destacadas daquela festa de arromba que ainda não se manifestaram a respeito do adeus? Sim, o que teriam a dizer Patrícia Amorim e Valesca Popozuda?
Não importa. Seja lá o que elas digam, não terá a menor importância. Nenhum das duas parece capaz de tirar o Flamengo do buraco no qual segue enfiado.
Valesca, de blusa vermelha, e Patrícia Amorim, à direita, na recepção a Ronaldinho Gaúcho
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